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O que mais cai na 1ª fase da OAB em 2026

Quem começa a estudar para a 1ª fase da OAB quase sempre esbarra na mesma sensação de excesso, porque o edital parece grande demais, as matérias se acumulam e o tempo nunca parece suficiente para cobrir tudo com segurança. Só que, na prática, o maior erro não costuma ser a falta de esforço, e sim a falta de critério para decidir onde colocar energia, quais temas devem vir primeiro e quais conteúdos merecem revisão constante ao longo da preparação.

A pergunta sobre o que mais cai na 1ª fase da OAB normalmente nasce dessa necessidade de organizar o estudo com mais inteligência, e não apenas de encontrar uma lista pronta de assuntos. O candidato que faz essa busca quer entender quais matérias realmente movem a nota, onde estão os pontos mais acessíveis, quais temas aparecem com mais frequência e como transformar esse mapa em uma estratégia que faça sentido dentro do tempo que ele tem até a prova.

Esse cuidado ficou ainda mais importante porque a 1ª fase não premia um estudo puramente mecânico, baseado em leitura solta de lei seca e revisão sem direção. A FGV trabalha com enunciados contextualizados, exige atenção fina ao caso apresentado e admite cobrança alinhada à jurisprudência pacificada dos tribunais superiores, o que obriga o aluno a estudar de um jeito mais aplicado, mais seletivo e muito menos ingênuo do que muita gente imagina no início da preparação.

Ao longo deste guia, a proposta é organizar a prova da forma como ela precisa ser lida por quem quer aumentar a chance de aprovação sem desperdiçar tempo com estudo desordenado. Em vez de tratar todas as disciplinas como se tivessem o mesmo peso, o texto vai mostrar quais matérias realmente puxam a nota para cima, quais temas aparecem com mais recorrência dentro de cada bloco e como priorizar o estudo de acordo com o prazo disponível, para que a preparação deixe de ser uma corrida confusa contra o edital e passe a ter direção clara.

Como funciona hoje a estrutura da 1ª fase da OAB

Quantas questões tem a prova

A 1ª fase da OAB continua estruturada como uma prova objetiva de múltipla escolha, sem consulta, composta por 80 questões, com valor de 1 ponto cada e pontuação máxima de 80 pontos. O edital do 46º Exame também mantém a duração de 5 horas e deixa claro que a prova abrange os conteúdos do eixo profissional, além de Direitos Humanos, Filosofia do Direito, Estatuto da Advocacia, Regulamento Geral e Código de Ética, com espaço para interdisciplinaridade sempre que possível.

Esse desenho importa mais do que parece, porque ele mostra que a prova não foi feita para premiar quem tenta estudar tudo de maneira linear, como se todas as matérias tivessem o mesmo peso e a mesma chance de aparecer. Quando você entende que são 80 questões distribuídas em blocos muito diferentes entre si, fica mais fácil perceber por que a aprovação depende menos de volume bruto de estudo e mais de leitura estratégica da prova.

Quantos acertos você precisa para avançar

Para seguir para a 2ª fase, o candidato precisa alcançar no mínimo 50 por cento de acertos na prova objetiva, o que significa 40 pontos. O edital é direto nesse ponto e vincula a habilitação à prova prático profissional ao resultado mínimo de 40 acertos, sem margem para interpretação diferente.

Na prática, isso muda a forma de encarar a preparação porque a sua meta não é dominar o edital inteiro no mesmo nível de profundidade. A meta real é construir um caminho consistente até 40 pontos, com margem de segurança, explorando primeiro as matérias que mais empurram a nota e evitando perder questões acessíveis por falta de priorização. Quem ignora essa lógica costuma estudar muito e converter pouco.

Por que a jurisprudência pacificada muda a forma de estudar

O edital do 46º Exame prevê expressamente que as questões da prova objetiva podem ser formuladas de modo que a resposta reflita a jurisprudência pacificada dos Tribunais Superiores. Além disso, o texto também destaca a busca por interdisciplinaridade, o que reforça uma prova menos mecânica e mais preocupada com aplicação prática do conteúdo.

Isso significa que não basta fazer uma leitura passiva da lei e acreditar que a memorização isolada vai resolver a prova. Em várias matérias, especialmente nas mais pesadas, o candidato precisa estudar com atenção ao padrão de cobrança da FGV, ao enunciado contextualizado e ao entendimento que já se consolidou nos tribunais, porque a diferença entre acertar e errar muitas vezes não está no artigo em si, mas na forma como ele vem sendo interpretado em situações concretas. É justamente por isso que a preparação inteligente combina lei seca, questões e revisão orientada por recorrência, em vez de apostar num estudo espalhado e sem hierarquia.

Quais matérias realmente pesam na sua nota

Entender o peso real das matérias é o ponto em que a preparação começa a fazer sentido, porque a 1ª fase não distribui as 80 questões de forma uniforme entre as 20 disciplinas. Nos guias atuais de preparação para o Exame 46, já ajustados à redistribuição que acompanhou a inclusão de Direito Eleitoral, Direito Financeiro e Direito Previdenciário, a prova fica dividida em três blocos muito diferentes entre si em volume e impacto na nota.

Quais matérias realmente pesam na sua nota
Disciplina Questões Impacto Bloco
Ética e Estatuto da OAB 8 10% Bloco A Prioridade máxima
Direito Constitucional 6 7,5% Bloco A Prioridade máxima
Direito Civil 6 7,5% Bloco A Prioridade máxima
Direito Processual Civil 6 7,5% Bloco A Prioridade máxima
Direito Penal 6 7,5% Bloco A Prioridade máxima
Direito Processual Penal 6 7,5% Bloco A Prioridade máxima
Direito Administrativo 5 6,25% Bloco B Sustentação da nota
Direito do Trabalho 5 6,25% Bloco B Sustentação da nota
Direito Processual do Trabalho 5 6,25% Bloco B Sustentação da nota
Direito Tributário 5 6,25% Bloco B Sustentação da nota
Direito Empresarial 4 5% Bloco B Sustentação da nota
Direitos Humanos 2 2,5% Bloco C Revisão inteligente
Direito Internacional 2 2,5% Bloco C Revisão inteligente
ECA 2 2,5% Bloco C Revisão inteligente
Direito Ambiental 2 2,5% Bloco C Revisão inteligente
Direito do Consumidor 2 2,5% Bloco C Revisão inteligente
Filosofia do Direito 2 2,5% Bloco C Revisão inteligente
Direito Previdenciário 2 2,5% Bloco C Revisão inteligente
Direito Financeiro 2 2,5% Bloco C Revisão inteligente
Direito Eleitoral 2 2,5% Bloco C Revisão inteligente

A tabela deixa uma coisa muito clara. Quem estuda como se todas as matérias tivessem o mesmo peso já começa a prova em desvantagem, porque quase metade do exame está concentrada em seis disciplinas. Quando o aluno não enxerga essa matemática, ele tende a gastar horas demais em conteúdos periféricos e horas de menos no núcleo que realmente empurra a nota.

O núcleo mais pesado da prova

O bloco que mais pesa na 1ª fase reúne Ética, Direito Civil, Processo Civil, Direito Constitucional, Direito Penal e Processo Penal, somando 38 questões. Isso significa que esse grupo, sozinho, representa 47,5 por cento da prova e concentra quase toda a espinha dorsal da aprovação, o que explica por que ele deve receber a maior parte da carga de estudo, da revisão e da resolução de questões.

Na prática, esse é o bloco que decide se a preparação tem ou não consistência. Ética entrega volume alto com conteúdo mais delimitado, enquanto Civil, Processo Civil, Penal e Processo Penal combinam peso elevado com recorrência forte de temas tradicionais. Constitucional entra nesse mesmo núcleo por ser matéria de alta incidência e por aparecer com cobrança muito ligada à interpretação correta do enunciado e ao entendimento consolidado dos tribunais.

As matérias intermediárias que decidem a aprovação

O segundo bloco reúne Direito Administrativo, Direito do Trabalho, Processo do Trabalho, Direito Tributário e Direito Empresarial, com 24 questões no total e 30 por cento da prova. Esse grupo não costuma receber a mesma atenção que o núcleo principal, mas é justamente aqui que muitos candidatos constroem a diferença entre ficar na faixa do quase e chegar com segurança à linha de corte.

Esse bloco tem uma característica importante. Ele não é pesado o bastante para carregar a aprovação sozinho, mas é robusto demais para ser tratado como revisão marginal. Quando o aluno faz um trabalho competente no Bloco A e negligencia o Bloco B, costuma perder pontos que eram plenamente recuperáveis. Por isso, a lógica mais inteligente não é estudar esse grupo por último, e sim encaixá-lo como bloco de sustentação da nota, especialmente em Administrativo, Trabalho, Processo do Trabalho e Tributário, que mantêm cinco questões cada.

As disciplinas de duas questões que não podem ser ignoradas

As nove disciplinas de duas questões cada uma parecem pequenas quando vistas isoladamente, mas juntas somam 18 questões, ou 22,5 por cento da prova. Isso muda completamente a percepção sobre o chamado bloco menor, porque ele não foi feito para ser aprofundado no mesmo nível das matérias centrais, mas também não pode ser abandonado sem custo real para a nota.

O erro comum aqui é cair em um dos extremos. Há quem ignore esse bloco inteiro e entregue pontos fáceis de bandeja. Há também quem tente estudar essas disciplinas com o mesmo grau de profundidade das matérias centrais e perca tempo demais em troca de pouco retorno. O caminho mais eficiente fica no meio. Essas matérias pedem cobertura inteligente, com foco nos temas mais recorrentes, leitura direcionada de lei e revisão curta, porque o objetivo não é transformar esse grupo no centro da preparação, e sim impedir que ele vire um buraco silencioso na sua nota final.

O que mais cai em Ética, Constitucional, Civil e Processo Civil

Quando a gente entra no núcleo mais pesado da 1ª fase, a melhor forma de estudar não é tentar percorrer cada disciplina de ponta a ponta no mesmo nível de profundidade. O caminho mais eficiente é identificar os temas que aparecem com mais recorrência nas análises recentes dos cursos preparatórios, cruzar isso com o peso de cada matéria e usar esse mapa para decidir onde vale insistir mais em leitura de lei, resolução de questões e revisão. Como a FGV não divulga um ranking oficial por subtema, o enquadramento mais honesto aqui é falar em recorrência observada nos últimos exames.

Disciplina Temas com maior recorrência Leitura prática para a prova
Ética e Estatuto da OAB Honorários advocatícios, direitos e prerrogativas do advogado, infrações disciplinares e penalidades É uma matéria de alto peso e conteúdo mais delimitado, então costuma entregar ponto mais rápido quando o estudo é bem direcionado.
Direito Constitucional Direitos e garantias fundamentais, controle de constitucionalidade, organização do Estado, remédios constitucionais e ordem social A cobrança costuma exigir atenção ao detalhe do enunciado e boa leitura da lógica constitucional, não só memorização de artigo.
Direito Civil Contratos, obrigações, direitos reais, sucessões, direito de família e responsabilidade civil É uma disciplina extensa, então priorizar núcleos recorrentes evita dispersão e melhora muito o rendimento.
Direito Processual Civil Recursos, execução, cumprimento de sentença, tutela provisória, procedimentos especiais e audiência ou conciliação Aqui a prova costuma premiar quem entende cabimento, sequência procedimental e consequência prática do ato processual.

A síntese acima reúne os pontos em que há maior convergência entre levantamentos recentes. Em Ética, o foco aparece concentrado em honorários, prerrogativas e disciplina profissional. Em Constitucional, os temas mais repetidos giram em torno de direitos fundamentais e controle de constitucionalidade. Em Civil, a recorrência é puxada por contratos, obrigações, sucessões, família e direitos reais. Em Processo Civil, recursos, execução, tutela e cumprimento de sentença seguem como eixo forte de cobrança.

A conclusão prática desse bloco é simples. Quem quer ganhar nota com mais consistência precisa tratar essas quatro disciplinas como centro da preparação e, dentro delas, atacar primeiro os temas que se repetem mais. Isso não elimina a necessidade de base teórica, mas impede o erro comum de estudar de forma espalhada e perder tempo em assuntos periféricos enquanto os pontos mais prováveis seguem mal revisados.

O que mais cai em Penal, Processo Penal, Trabalho, Processo do Trabalho, Administrativo, Tributário e Empresarial

Neste segundo bloco, a lógica continua a mesma. Em vez de tentar tratar cada disciplina como um universo infinito, vale mais olhar para os temas que se repetem com maior frequência nas análises recentes de cursos preparatórios e usar essa recorrência como critério de priorização. Como não existe uma estatística oficial da FGV fechada por subtema, o recorte mais seguro é trabalhar com os pontos em que há convergência entre levantamentos atuais e históricos de mercado.

Disciplina Temas com maior recorrência Leitura prática para a prova
Direito Penal Teoria do delito, crimes contra a vida, crimes contra o patrimônio, concurso de crimes, extinção da punibilidade A banca costuma cobrar boa leitura do caso concreto e enquadramento correto da situação narrada.
Direito Processual Penal Recursos, provas, ação penal, prisão e liberdade provisória, competência O ganho de nota costuma vir de entender cabimento, rito e efeito prático do ato processual.
Direito do Trabalho Contrato de trabalho, remuneração e salário, jornada, extinção do contrato, direito coletivo É uma matéria em que detalhes de rotina trabalhista aparecem com frequência e derrubam quem revisa de forma superficial.
Direito Processual do Trabalho Recursos em espécie, execução, audiência trabalhista, atos processuais, procedimentos especiais A prova costuma premiar quem domina sequência procedural e particularidades da Justiça do Trabalho.
Direito Administrativo Agentes públicos, serviços públicos, intervenção do Estado na propriedade, improbidade administrativa, licitação É uma disciplina que responde bem a estudo por blocos temáticos e revisão de conceitos centrais.
Direito Tributário Impostos em espécie, limitações ao poder de tributar, obrigação e responsabilidade tributária, extinção do crédito, contribuições especiais O erro mais comum aqui é estudar de forma muito abstrata e perder o básico que mais se repete.
Direito Empresarial Falência e recuperação, direito societário, títulos de crédito, contratos empresariais, teoria geral da empresa Apesar de intimidar muita gente, é uma matéria mais previsível do que parece quando o estudo é bem recortado.

Em Penal e Processo Penal, a recorrência fica fortemente concentrada na parte geral aplicada ao caso concreto, nos crimes mais tradicionais e nos instrumentos processuais que mais afetam liberdade, prova e impugnação. Em Trabalho e Processo do Trabalho, os temas mais repetidos giram em torno de contrato, remuneração, rescisão, recursos e execução. Em Administrativo, Tributário e Empresarial, a prova costuma insistir em núcleos bastante reconhecíveis, o que torna essas disciplinas especialmente boas para estudo orientado por incidência.

Essas matérias não têm o mesmo peso do núcleo principal da prova, mas também estão longe de ser periféricas, porque juntas ajudam a decidir a aprovação de quem já fez o básico bem feito nas disciplinas mais pesadas. Quando o candidato organiza esse bloco por recorrência, ele deixa de estudar no escuro e passa a buscar pontos que realmente fazem diferença na soma final.

As matérias de duas questões que você deve estudar com inteligência

As disciplinas de duas questões costumam ser tratadas de forma errada por muita gente. Uma parte dos candidatos simplesmente ignora esse bloco porque ele parece pequeno quando visto matéria por matéria. Outra parte tenta aprofundar tudo no mesmo nível das disciplinas centrais e acaba diluindo energia onde o retorno é mais limitado. O caminho mais inteligente fica no meio, porque esse grupo não deve ser o centro da preparação, mas também não pode virar terra de ninguém na sua rotina. Juntas, essas matérias representam 18 questões da prova, o que mostra que elas têm peso suficiente para influenciar a aprovação.

Como revisar Direitos Humanos, Internacional, ECA, Ambiental, Consumidor e Filosofia

Para esse primeiro grupo, a melhor lógica é fazer revisão curta, direcionada e muito amarrada aos temas que mais se repetem. Em vez de buscar profundidade excessiva, vale trabalhar com blocos de alta incidência, leitura objetiva da legislação mais cobrada e questões para reconhecer padrão de cobrança da FGV.

Disciplina Temas com maior recorrência Leitura prática para a prova
Direitos Humanos Convenção Americana sobre Direitos Humanos, direitos humanos na Constituição, refugiados e asilados, estruturas gerais da disciplina O estudo rende mais quando você domina tratados centrais e entende como a banca cobra proteção internacional e garantias fundamentais.
Direito Internacional Direito civil internacional, condição jurídica do estrangeiro, sentença estrangeira, tratados, competência internacional É uma matéria que responde bem a revisão por tópicos clássicos e leitura objetiva da LINDB e dos conceitos mais repetidos.
ECA Família natural e substituta, medidas de proteção e socioeducativas, direitos fundamentais, infrações administrativas A banca costuma girar em torno dos núcleos protetivos do estatuto, então revisão enxuta e bem recortada funciona melhor do que estudo espalhado.
Direito Ambiental Política e instrumentos da tutela ambiental, sistema nacional do meio ambiente, flora, dano ambiental, responsabilização Vale priorizar estrutura do sistema ambiental, responsabilidade e instrumentos de proteção, porque são pontos de repetição clara.
Direito do Consumidor Responsabilidade pelo fato e pelo vício, proteção contratual, práticas comerciais, direitos básicos O ganho de nota costuma vir de entender responsabilidade do fornecedor e proteção contratual, que aparecem de forma recorrente.
Filosofia do Direito Filosofia contemporânea, positivismo, conceito de direito, ética e direito no mundo antigo, contratualismo Aqui o melhor retorno vem de revisão conceitual e associação entre autores, correntes e ideias centrais, sem transformar a matéria em estudo acadêmico pesado.

Quando esse grupo é estudado com recorte certo, ele deixa de ser um conjunto de matérias esquecidas e passa a funcionar como bloco de manutenção de pontos. O objetivo não é extrair profundidade máxima de cada disciplina, mas reduzir erro evitável em temas que se repetem e que podem ser revisados com eficiência.

Como lidar com Previdenciário, Financeiro e Eleitoral sem dispersão

Nas três disciplinas mais novas, o erro mais comum é tentar compensar a falta de histórico específico com estudo amplo demais. Como elas entraram recentemente na estrutura da 1ª fase, o melhor critério é trabalhar com os tópicos mais previsíveis do edital, com o tipo de incidência que a banca FGV costuma privilegiar e com uma revisão funcional, sem transformar esse bloco em prioridade maior do que ele realmente é.

Disciplina Temas mais seguros para priorizar Leitura prática para a prova
Direito Previdenciário Benefícios do RGPS, carência, segurados, dependentes, perda e manutenção da qualidade de segurado O foco deve ficar na lógica dos benefícios e nos requisitos mais básicos, porque é aí que a matéria fica mais cobrável na objetiva.
Direito Financeiro Orçamento público, Lei de Responsabilidade Fiscal, despesa pública, receita pública, créditos adicionais, ciclo orçamentário É mais produtivo entender a engrenagem orçamentária do que tentar estudar a matéria inteira de forma horizontal.
Direito Eleitoral Partidos políticos, ações eleitorais, propaganda eleitoral, registro de candidatos, condutas vedadas, coligações, prestação de contas A banca tende a privilegiar temas estruturais e de rotina eleitoral, então a revisão deve mirar legislação base e diferenciações práticas.

As matérias de duas questões devem entrar no seu estudo como revisão inteligente, e não como aprofundamento infinito nem como abandono completo. Quando você usa recorrência, temas-base e revisão curta como critério, esse grupo deixa de consumir tempo demais e passa a cumprir o papel certo, que é proteger pontos que podem fazer diferença real na soma final.

Como priorizar seus estudos para 120 dias, 60 dias e reta final

Depois de entender o que mais cai na OAB 1ª fase em 2026, o próximo passo é simples. Você precisa transformar esse mapa em ordem de execução. O erro mais comum não está na falta de estudo, mas na falta de ajuste entre prioridade e tempo disponível até a prova.

Para quem tem 120 dias

Quando ainda existe uma janela maior de preparação, o foco deve ficar no núcleo mais pesado da prova. Ética, Constitucional, Civil, Processo Civil, Penal e Processo Penal precisam receber a maior parte da energia, porque são essas matérias que mais movem a nota. O objetivo aqui é construir base, consolidar os temas mais recorrentes e começar cedo a resolver questões.

Para quem tem 60 dias

Com menos tempo, a preparação precisa ficar mais seletiva. Nessa fase, vale revisar com mais frequência os temas centrais, aumentar o volume de questões e tratar os erros como diagnóstico. O estudo deixa de ser expansão de conteúdo e passa a ser ajuste fino para converter mais conhecimento em acerto.

Na reta final

Quando a prova está perto, o melhor caminho não é correr atrás de tudo o que ficou para trás. O que mais ajuda agora é proteger ponto. Ética costuma oferecer boa resposta, os temas mais recorrentes das matérias centrais merecem revisão constante e o bloco intermediário pode recuperar acertos importantes sem exigir aprofundamento excessivo.

Quando o aluno entende o que priorizar em cada etapa, a preparação deixa de ser acúmulo e começa a ganhar direção. É exatamente aí que o estudo passa a render de verdade.

Seu estudo precisa de direção

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Conclusão

No fim das contas, entender o que mais cai na OAB 1ª fase em 2026 não serve para alimentar ansiedade nem para montar mais uma lista solta de assuntos. Serve para colocar ordem no estudo. Quando você enxerga com clareza quais matérias realmente pesam, quais temas aparecem com mais recorrência e como distribuir esforço de acordo com o tempo disponível, a preparação deixa de ser uma tentativa desesperada de dar conta de tudo e passa a funcionar como estratégia.

A aprovação na 1ª fase não costuma escapar porque faltou estudar absolutamente todos os pontos do edital no mesmo nível de profundidade. Na maioria das vezes, ela escapa porque o candidato errou na priorização, revisou sem critério e dispersou energia em conteúdos de baixo retorno enquanto deixava mal trabalhado o núcleo que mais empurra a nota. Por isso, o caminho mais inteligente continua sendo o mesmo que este artigo mostrou do começo ao fim. Concentrar força no bloco principal, sustentar a nota com as matérias intermediárias e tratar o bloco menor com revisão inteligente.

Quem entende essa lógica começa a estudar com mais calma, mais leitura de prova e menos improviso. E é exatamente aí que a preparação amadurece. Não porque o exame fique mais fácil, mas porque o seu estudo finalmente passa a conversar com a forma como a prova é construída. Quando isso acontece, você deixa de correr atrás do edital inteiro sem direção e começa a avançar com muito mais chance real de chegar aos 40 pontos que importam.

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